quinta-feira, 17 de abril de 2014

O poder da validação (Stephen Kanitz)

         Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os superconfiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho.

Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran treme nas bases nos  primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça já tenha sido encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator relaxa e parte tranquilo para o resto do espetáculo. Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada artigo que escrevo e corro desesperado para ver os primeiros e-mails que chegam.

         Insegurança é o problema número 1. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir essa  insegurança?

         Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora de nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera.

         Segurança depende de um processo que chamo de “validação”, embora para os estatísticos o significado seja outro. Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos. Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.

         Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente. Alguém tem  de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode autovalidar-se, por definição.

         Você sempre será um ninguém, a não ser que outros o validem como alguém. Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: “Você tem significado para mim”. Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: “Gosto de você pelo que você é”. Quem cunhou a frase “Por trás de um grande homem existe uma grande mulher” (e vice-versa) provavelmente estava pensando  nesse poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar.

         Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a própria insegurança que não temos tempo para sair validando os outros. Estamos tão preocupados em mostrar que somos o “máximo”que esquecemos de dizer a nossos amigos, filhos e cônjuges que o “máximo”são eles. Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos.

         Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser. Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se ou dominar os outros em busca de poder.

         Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são, e não pelo que gostaríamos que fossem. Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos.

         Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um “valeu, cara, valeu”.

         Você já validou alguém hoje? Então comece já, por mais inseguro que você esteja.

Revista VEJA – 20/06/2001

terça-feira, 15 de abril de 2014

Eu quero mudar de nome!!!


"Assim, pois, foram-se ambas, até que chegaram a Belém; e sucedeu que, entrando elas em Belém, toda a cidade se comoveu por causa delas, e diziam: Não é esta Noemi? Porém ela lhes dizia: Não me chameis Noemi; chamai-me Mara, porque grande amargura me tem dado o Todo-poderoso. " Rute 1:19-20

"E Noemi tomou o filho, e o pôs no seu regaço, e foi sua ama. E as vizinhas lhe deram um nome, dizendo: A Noemi nasceu um filho. E chamaram o seu nome Obede. Este é o pai de Jessé, pai de Davi. "
Rute 4:16-17

Estes dois versículos se referem a história da mesma pessoa: Noemi. No primeiro momento, a dor e o sofrimento causados por fatalidades que estão além do controle era tão marcante sobre a vida de Noemi, que ela decidiu mudar o próprio nome para "Amargura".

No outro momento, a alegria e a satisfação de recompor a família, aliados a esperança estampada no rosto de uma criança. Quanta mudança!

Isto também acontece conosco. A questão é que nós só conseguimos entender que vivemos momentos bons, quando comparamos com os momentos amargos da vida. Por isso, é importante dar atenção a alguns conselhos:

Não tome decisões precipitadamente

Aprendi com alguns amigos que você não deve tomar decisões quando está muito alegre ou muito triste. Aprendi na prática, que também não devemos tomar decisões importantes quando estamos com raiva. A regra é simples: Não se precipite. Algumas coisas que fazemos na vida não tem volta. Antes de descer do ônibus, certifique-se de que pode pegar outro.

Saiba que entre um momento (de tristeza) e outro (de alegria) Deus está agindo.

Deus está sempre trabalhando. Isto é um fato. A questão em você não perceber ou sentir, não quer dizer que Ele não esteja fazendo nada. O que pode estar acontecendo é que Ele não está fazendo o que você quer. E para isso, a explicação é muito simples. Ele É Deus. Sempre soberano.

Deus tem sempre algo novo e algo bom para fazer em nossa vida.

Algumas pessoas tem medo de Deus. Isto é compreensível uma vez que as pessoas tem medo do que não conhecem. Mas a verdade é que Deus é bom, e tem coisas boas para nós.

Se você estiver passando por um momento ruim, recomponha-se e saiba que isto não vai durar para sempre. Se você quiser mudar de nome, também não vou te recriminar. Apenas se lembre de voltar o seu nome ao normal, quando Deus devolver-lhe a esperança o riso e a alegria.

Com esperanças em Cristo e somente NEle (porque Ele é demais!!!!)

Pr Arlington

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Vista-se de Cristo



As Escrituras às vezes descrevem nosso comportamento como roupas que usamos. Em 1 Pedro 5:5, Pedro nos exorta a “nos vestir de humildade”. Davi se refere a pessoas más que se vestem “com maldição”. Roupas podem simbolizar caráter, e como Sua vestimenta, o caráter de Jesus era sem emendas. O caráter de Jesus era como um pano sem emenda, tecido do céu para a Terra – dos pensamentos de Deus para as ações de Jesus. Das lágrimas de Deus, para a compaixão de Jesus. Da palavra de Deus para a resposta de Jesus. Tudo era uma peça só. Uma imagem do caráter de Jesus.
Mas quando Cristo foi pregado na cruz, Ele despiu seu manto de perfeição e tomou um guarda-roupa diferente, o guarda-roupa de indignidade. Ele vestiu nosso pecado para que pudéssemos vestir Sua justiça. Gálatas 3:27 diz, “pois os que em Cristo foram batizados, de Cristo se revestiram”.
Ele deixou você usar as roupas dEle para que você ficasse corretamente vestido. Ele fez isso – só pra você!
de “Ele Escolheu os Cravos”
(Tradução de Germana Gusmão Downing)
Em Inglês: “Put on Christ”

sexta-feira, 11 de abril de 2014

10 coisas que você pode fazer para tornar o mundo pior

1. Ao ouvir algo bom a respeito de uma pessoa, encontre algo negativo para fazer o contraponto, assim você destroi todos os bons exemplos e deixa o mundo sem referência do belo, do justo e do bom.

2. Quando encontrar virtude fora dos limites do seu mundinho , dê um jeito de varrer para debaixo do tapete, e se não for possível, isto é, se a coisa ficar pública em caráter irreversível, jogue o máximo de lama sobre aquilo, inclusive inventando mentiras e distorcendo fatos e conceitos, assim você conseguirá convencer um monte de gente que as únicas certas e boas no mundo são as pessoas que concordam com você, acreditam nas coisas que você acredita e fazem as coisas como você julga que devem ser feitas, e com o tempo você terá afastado as pessoas de Deus e reunido um grupinho ao seu redor, e finalmente você será o centro das atenções.

3. Sempre que discordar de uma ideia, uma atitude, um comportamento, faça questão de demonstrar sua contrariedade, quanto mais enfaticamente melhor, assim você contribui para disseminar antipatias.

4. Ao tomar conhecimento de uma notícia ruim ou ficar sabendo de um defeito ou tropeço de outra pessoa, divulgue rapidamente, seja portador das notícias ruins a respeito do mundo e das pessoas e estabeleça para si mesmo o propósito de ser a boca maldita, assim você se presta ao papel de disseminar amargura e arranca qualquer semente de esperança que estiver brotando no coração das pessoas.

5. Fale mal da igreja e da religião, do governo e da política, da sua cultura e das instituições da sociedade, enfim, do Papa, da Globo, do PT e do STF, do PSDB e da Marina Silva, dos gringos, dos black bloc, da polícia, do exército, do Corinthians e da Fifa, enfim, de Deus e todo o mundo, assim você se especializa em sabotar projetos de transformação e gera desânimo no coração das pessoas de boa vontade.

6. Tenha sempre alguém como o próximo alvo a ser destruído, durma maquinando o mal, dedique tempo para escrever e editar videos, poste no vimeo e no youtube, faça todo o possível para matar as pessoas que incomodam você, e se não for possível acabar com elas, não deixe de fazer todo o possível para destruir a reputação delas, assim você constroi uma imagem de bonzinho a seu respeito e atrai a admiração de gente sem caráter, com o tempo você estará rodeado de gente que não presta.

7. Cultive a inveja, a dissenção, espalhe calúnias, promova a difamação, seja incansável e se especialize em destruir tudo o que os outros estão tentando construir, assim você se candidata à promotoria cósmica e talvez ganhe uma autorização para portar uma espada poderosa que lhe permita arrancar cabeças conforme seu próprio juízo, e então, quem sabe, o mundo não se torna mais justo, já que Deus preserva com vida um monte de gente que não vale o prato que come.

8. Jamais perdoe, insista em acusar, julgar e condenar, cobrar cada centavo de dívida e exigir reparação de todo e qualquer dano sofrido, incentive a vingança e a violência, e seja implacável com os pecadores, mas não se esqueça de afirmar que está querendo apenas o que é justo, assim você transforma o mundo num inferno, e fica livre do árduo e sacrificial exercício de amar.

9. Esqueça esse papo de espiritualidade e virtudes universais, foque nos aspectos exclusivos de sua religião, valorizando ao máximo seus ritos, dogmas e tabus, e sempre que tiver que escolher entre eles e as pessoas, fique com eles, afinal, você jamais será acusado de sacrificar a verdade em nome do amor.

10. Jamais cometa a ousadia de invocar o nome de Deus em espírito e em verdade, Ele vai responder, e vai estragar todos os seus planos de fazer o mundo pior, e vai transformar você em uma pessoa generosa, solidária, inclusiva, cheia de compaixão e amor, vai deixar o diabo falando sozinho, e vai se surpreender ao se olhar no espelho e se perceber parecido com Jesus de Nazaré.

Ed René Kivitz

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Mentalidade de cartão de crédito

“Disse-lhes, pois, Jesus: Ainda não é chegado o meu tempo…” (João 7:6).

Os cristãos, de todos os povos, deviam entender que a mentalidade de cartão de crédito não é o caminho ideal para uma vida melhor. O modelo estabelecido por Jesus, de adiar os desejos ou sonhos – não foi porque a realização dos desejos e sonhos era errada, mas porque “ainda não é chegado o meu tempo”. A maioria de nós pensa que nosso tempo chega cinco minutos depois do desejo ou sonho se instalar em nossas mentes.

Quando temos um cartão de crédito nas mãos, cremos que podemos fazer qualquer coisa imediatamente. Se desejo fazer uma viagem, o cartão de crédito financia para mim em várias parcelas. Se desejo renovar a mobília de minha casa, o cartão de crédito torna isso possível e o pagamento é a perder de vista. Se desejo adquirir roupas novas, mais uma vez o cartão de crédito atende a minha vontade. Essa é a mentalidade de cartão de crédito — posso realizar qualquer desejo, imediatamente. Mas, seria essa mentalidade adequada, quando buscamos uma vida melhor?

Jesus disse: “Ainda não é chegado o meu tempo”. O sábio Salomão nos advertiu: “Há tempo para tudo debaixo do céu”. O salmista testificou: “Esperei com paciência no Senhor”. E assim deve ser conosco. Nem todos os sonhos são realizados rapidamente. Nem todos os desejos devem ser concretizados na mesma hora. Nem sempre alcançamos o sucesso logo após os primeiros passos de fé. Deus tem Seu tempo e Sua vontade é soberana em todas as circunstâncias. Precisamos confiar e deixar Deus agir em nossas vidas.

Muitas vezes nos arrependemos após utilizar o cartão de crédito. Nem sempre ele nos traz verdadeira satisfação. Porém, quando nos submetemos à vontade do Senhor e deixamos que Ele realize nossos sonhos e desejos, na hora que Ele quer e da maneira que Ele quer, a nossa alegria é verdadeira e a nossa felicidade jamais terá fim.

Texto de  Paulo Roberto Barbosa.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Como reconhecer uma seita

Existem milhares de religiões neste mundo, e obvia­mente nem todas são certas. O próprio Jesus advertiu seus discípulos de que viriam falsos profetas usando Seu nome, e ensinando mentiras, para desviar as pessoas da verdade (Mateus 24.24). O apóstolo Paulo também falou que existem pessoas de consciência cauterizada, que falam mentiras, e que são inspirados por espíritos enganadores (1 Timóteo 4.1-2).

Nós chamamos de seitas a essas religiões. Não estamos dizendo que to­dos os que pertencem a uma seita são deson­estos ou mal intencionados. Existem muitas pessoas sinceras que caíram vítimas de falsos profetas. Para evitar que isto ocorra conosco, devemos ser capazes de distinguir os sinais característicos das seitas. Embora elas sejam muitas, possuem pelo menos cinco marcas em comum:

(1) Elas têm outra fonte de autori­dade além da Bíblia. Enquanto que os cristãos admitem apenas a Bíblia como fonte de conhecimento verdadeiro de Deus, as seitas adotam outras fontes. Algumas forjaram seus próprios livros; outras aceitam revelações diretas da parte de Deus; outras aceitam a palavra de seus líderes como tendo autoridade divina. Outras falam ainda de novas revelações dadas por anjos, ou pelo próprio Jesus. E mesmo que ainda citem a Bíblia, ela tem autoridade inferior a estas revelações.

(2) Elas acabam por diminuir a pessoa de Cristo. Embora muitas seitas falem bem de Jesus Cristo, não o consideram como sendo ver­dadeiro Deus e verdadeiro homem, nem como sendo o único Salvador da humanidade. Reduzem-no a um homem bom, a um homem di­vinizado, a um espírito aperfeiçoa­do através de muitas encarnações, ou à mais uma manifestação diferente de Deus, igual a outros líderes religiosos como Buda ou Maomé. Freqüentemente, as seitas colocam outras pessoas no lugar de Cristo, a quem adoram e em quem confiam.

(3) As seitas ensinam a salvação pelas obras. Essa é uma característica universal de todas as seitas. Por acreditarem que o homem é intrinsecamente bom e capaz de por si mesmo fazer o que é preciso para salvar a sua alma, pregam que ele pode acumular méritos e vir a merecer o perdão de Deus, através de suas boas obras praticadas neste mundo. Embora as seitas sejam muito diferentes em sua aparência externa, são iguais neste ponto. Algumas falam em fé, mas sempre entendem a fé como sendo um ato humano meritório. E nisto diferem radicalmente do ensi­no bíblico da salvação pela graça mediante a fé.

(4) As seitas são exclusivistas quanto à salvação. Pregam que somente os membros do seu grupo religioso poderão se salvar. Enquanto que os cristãos reconhecem que a salvação é dada a qualquer um que arrependa-se dos seus pecados e creia em Jesus Cristo como único Senhor e Salvador (não importa a denominação religiosa), as seitas ensinam que não há salvação fora de sua comunidade.

(5) As seitas se consideram o grupo fiel dos últi­mos tempos. Elas ensinam que re­ceberam algum tipo de ensino se­creto que Deus havia guardado para os seus fiéis, perto do fim do mundo. É interessante que toda vez que nos aproximamos do fim de um milênio, cresce o número de seitas afirman­do que são o grupo fiel que Deus reservou para os últimos dias da humanidade.

Podemos e devemos ajudar as pes­soas que caíram vítimas de alguma seita. Na carta de Tiago está es­crito que devemos procurar ganhar aqueles que se desviaram da ver­dade (Tiago 5.19-20). Para isto, entretanto, é preciso que nós mes­mos conheçamos profundamente nossa Bíblia bem como as doutri­nas centrais do Cristianismo. Mais que isto, devemos ter uma vida de oração, em comunhão com Cristo, para recebermos dele poder e amor e moderação.

Augustus Nicodemus
Extraído do Perfil do Facebook

terça-feira, 8 de abril de 2014

Tempo do luto

O luto é doloroso. Você tem o direito de sentir mal, embora nem todo mundo entenda e respeite. Sentimos a solidão duríssima que é a falta de ser compreendido.

Ao se perder alguém muitas vezes se anda pela cidade ou dentro de casa sem rumo, sem som, sem musica, sem riso. Fica-se "doido" para noite chegar, tomar um "branquinho" ou umas gotas que ajuda dor. O sono vira um balsamo. Parece que a dor dá um descanso até que um novo dia comece e sempre esperamos que a alegria venha pela manhã.

É preciso que a morte de alguém amado complete o ciclo dentro de nossa alma: dor -saudades-solidão-revolta- saudades-tristeza- saudades-fugir de todos-negar-se o direito de rir-rir em meio as lagrimas-saudades -começar acostumar-se-consolar-se-aceitar a perdar-saudades diferentes- recomeçar.reconstruir- lembrar com bondade e gratidão.

Cada etapa do luto-consolação tem uma intensidade e tem seu tempo e varia de pessoa para pessoa, até mesmo na mesma família. É preciso atravessar o luto doloroso, dando a si mesmo o direito de dar boas risadas também

Quando se perde alguém é preciso olhar o mundo novamente e se situar diante dele e deste novo fato. Quando se tem uma perda, é preciso buscar novos ganhos.

Quem se vai ou se foi deixa muitas marcas. Algumas que nunca tínhamos visto, percebido ou valorizado.

O luto vira o mundo da pessoa de cabeça para baixo e é uma das experiências mais dolorosas. Pode ser estranho, terrível e avassalador. É uma parte da vida e poucas vezes requer atenção medica e terapêutica. Mas se for preciso não deixe de buscar apoio.

Aproveitemos enquanto temos. As pessoas morrem. É um fato.

É preciso fazer algo bom, belo, gentil, inspirador com, para e por elas enquanto as temos e elas nos têm.

Com carinho e orações
Pastor Jeremias Pereira