domingo, 9 de junho de 2013

A dupla infalível - Conselho 02




Não te deixem o amor e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço; escreve-os na tábua do teu coração. Então acharás graça e boa reputação aos olhos de Deus e dos homens. Provérbios 3.3-4



O amor e a fidelidade são imprescindíveis na vida, para quem deseja ser relevante. Se existe algo da qual não podemos deixar é o amor. A bíblia está repleta de mensagens a respeito do amor. Nela aprendemos que se não tivermos amor, não haverá sentido em nada do que fazemos. 

O sábio entendeu isso. E de alguma forma, procurou demonstrar ao seu filho, a importância do amor.
Orientou seu filho a levar consigo em todos os lugares. De forma externa e interna:
-Leve no seu pescoço, e dentro de você. No lugar mais nobre que existe, a tábua do seu coração.
O resultado é : conseguir agradar a Deus e ser bem sucedido em seus relacionamentos.

Boa Semana
Pr Arlington

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Dê ouvidos aos seus pais - Conselho 01

“Filho meu, não te esqueças do meu ensino, e o teu coração guarde os meus mandamentos. Porque eles aumentarão os teus dias e te acrescentarão anos de vida e paz”.  Provérbios 3.1-2


Eis diante de nós, o conselho de amor de um pai que valoriza o filho e quer o melhor para ele. Nós somos assim. Por natureza queremos o melhor para os nossos filhos. A orientação de Salomão se divide em duas questões.
 Em primeiro lugar, seu filho não deve se esquecer de seu ensino. Esquecer neste caso, diz respeito a ignorar as orientações, direções e limites apresentados pelos pais.

A segunda orientação, fala sobre guardar os mandamentos no coração. Quer dizer, obedecer sem questionar. Mandamento é a mesma coisa que lei. E lei não se questiona, se obedece.

O resultado desta atitude nada mais é do que prosperidade na vida. Aumentar os dias fala de longevidade e anos de vida e paz, diz respeito a qualidade de vida. Quer se dar bem na vida? Atente para as orientações de seus pais.

 Boa Semana

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Coisas da Vida - Uma história fictícia que poderia ser real.


Esta é a história de duas criaturas de Deus, que viviam numa distante floresta , há muitos anos atrás.
Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas, aproximaram-se e criaram um elo.

A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta, enfeitando a paisagem. Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue a natureza. Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta, e a partir daí sua liberdade foi cerceada.

A borboleta no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.

Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso.
Entre um e outro, ela optava por esquecer o coice e guardar dentro de seu coração, o sorriso.
Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto, por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível, por ser ela uma criaturinha tão frágil.

Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro. Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.
Vieram outras manhãs, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta.

Resolveu então, sair do seu canto e procurar por ela. Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho, onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado deitou-se embaixo de uma árvore. Logo em seguida, um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por alí.
- Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.
- Ah, é você então, o famoso cavalinho?
- Famoso, eu?
- É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga, e falava muito bem de você. Mas afinal, qual borboleta voc~e está procurando?
- É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoava a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
- Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo?
Ela morreu e já faz muito tempo.
- Morreu? Como foi isso?
- Dizem que ela conhecia aqui na floresta um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice.
Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou à ninguém.Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
- Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo. Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste, sucumbiu e morreu.
- E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
- Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte:
" Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema, que eu nunca pude ajudá-lo a resolver. Carrega em seu dorso um cabresto, então será cansativo demais para ele vir até aqui."

Você pode até aceitar os coices que lhe derem, quando eles vierem acompanhados de beijos, mas em algum momento da sua vida, as feridas que eles vão lhe causar, não serão mais possíveis de serem cicatrizadas.

 Quanto ao cabresto, não culpe ninguém por isto, afinal, muitas vezes foi você mesmo que o colocou no seu dorso, ou permitiu que fosse colocado.

Boa Semana!
Pr Arlington

quarta-feira, 8 de maio de 2013

VÌDEO - A redenção


A falta que faz a credibilidade



“Assim como a mosca morta faz que o unguento do perfumista exale mau cheiro, da mesma forma um pouco de insensatez pesa mais do que a sabedoria e honra.” Ec 10.1

Tenho visto muita gente boa, que não consegue desenvolver nada na vida ou na igreja, porque lhe falta um elemento fundamental: credibilidade. São pessoas inteligentes e com capacidade, mas que simplesmente não são levados a sério.

A bíblia nos mostra a história de Rúben, filho mais velho de Jacó. Em Gênesis 35.22 ele comete uma insensatez homérica: tem um relacionamento sexual com uma das concubinas de seu pai, Bila. Daí em diante, percebemos o esforço deste homem, em procurar reaver a credibilidade perdida diante de seu pai. Quando os irmãos se juntaram para fazer mal a José, Rúben interveio, na tentativa de entregar são e salvo o filho querido ao pai, e ganhar uns pontos com o velho. Ledo engano, Nem os seus irmãos o consideravam. Mais para frente, vamos observar José como governador do Egito, e seus irmãos querendo comprar comida. A ordem era que trouxessem o filho mais novo do patriarca, Benjamin. Mais uma vez, Rúben aparece no cenário, prometendo mundos e fundos, para conseguir de volta a credibilidade perdida. Mas seu pai não confia nele. Confiança é algo que quando se perde, é muito difícil conseguir de volta. Somente quando Judá se pronuncia, Jacó permite que Benjamin seja levado ao Egito.

Fica a lição de Rúben. Credibilidade é algo difícil de conquistar na vida, e muito fácil de perder. Cuide de sua credibilidade.



Boa Semana
Pr Arlington

domingo, 28 de abril de 2013

VIDEO - Visita a Reserva indígena de Bracuhy


Foi uma visita muito interessante. Precisamos nos mobilizar para que este povo tenha acesso aos ensinamentos e orientações do evangelho.

Uma benção!!

Boa Semana
Pr Arlington