quinta-feira, 8 de maio de 2014

Três perguntas para identificar seu lugar no corpo de Cristo 2a. Parte

Segunda pergunta: O que eu tenho?


Cada um de nós, nasceu com um conjunto de características únicas e próprias. Para descobrir nosso lugar no corpo de Cristo, precisamos olhar para o equipamento que nos foi dado pelo Eterno. Deus não quer que façamos algo do qual ele não nos tenha preparado ou equipado. Por isso, analise a si mesmo, e verifique o que você tem a partir do seu nascimento.

Talentos naturais

Cada pessoa recebeu um conjunto de talentos que também podemos chamar de inclinações. Uma facilidade maior para determinadas áreas da vida. Pode ser na área de artes, relacionamentos, esportes, sensibilidades. Nada pode ser descartado. Todo mundo pode contribuir com algo. Até mesmo, o que chamamos de introversão, é uma característica útil. Você não precisa ser como os outros, para que Deus venha a usar você. Basta ser a si mesmo, porque foi Ele que te fez.


Habilidades adquiridas

Ao longo da vida, temos a oportunidade de aprender a fazer alguma coisa. Quase sempre, na área que dispomos mais talentos naturais. Deus também quer usar o que você sabe. Moisés foi um grande general no Egito. Usou esses conhecimentos para organizar o povo na saída para a terra prometida.

Predisposição do coração

Você recebeu um coração que tem inclinações para questões da vida. Se você olhar bem de perto para o seu coração, irá encontrar as dicas que Deus deixou para lhe orientar. A palavra vocação deriva da expressão "Palavra de Deus" ( Voca + Teo ). Disse Jesus: " Não só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus". Algo saiu da boca de Deus, para lhe orientar. Fique atento!

Deus tem um chamado para cada um. Mas é necessário atenção e zelo a este chamado. Olhe com carinho para o que você tem, e dê mais um passo em direção ao ministério de Cristo na sua vida.

Abraços e boa semana!

Pr Arlington

Temperamento

terça-feira, 6 de maio de 2014

Três perguntas para identificar seu lugar no corpo de Cristo 1a. Parte

Primeira pergunta: Quem eu sou?

Se quisermos encontrar nosso lugar no corpo de Cristo, precisamos indagar: Qual é o meu caráter?
Preciso olhar para dentro, e questionar meus anseios e valores. Porque isso vai responder quais são as suas motivações. Sem caráter, não é possível prosseguir. Veja a seguinte ilustração, para que você possa compreender como as nossas escolhas diárias estão intimamente ligadas à profundidade de nosso
caráter:

Se você plantar um pensamento, colherá um ato
Se você plantar um ato, colherá um hábito.
Se você plantar um hábito, colherá um caráter
Se você plantar um caráter, colherá um destino.

Quem você é está relacionado ao que você faz. Por isso vou descrever alguns tipos de caráter, ligados a personagens das escrituras.

André, o caráter de evangelista

André não foi um apóstolo muito conhecido. Não era como Pedro, que na primeira vez que entregou uma mensagem, ganhou três mil pessoas para Jesus, e na segunda mais cinco mil. Mas André tinha uma especialidade: levar pessoas a Jesus. Na realidade, quem levou Pedro a Jesus foi André, seu irmão. Quando houve uma dificuldade em relação a alimentar uma multidão, foi André que levou um jovem com cinco pães e dois peixes até a Jesus. Na verdade, quando havia alguma dificuldade, eles procuravam André para falar com Jesus. Esse é o caráter do evangelista. Levar pessoas a Jesus. Não precisa saber pregar, cantar, ser eloquente. Nada disso. Basta fazer o que faz de melhor: Conduzir todos a Jesus. E sempre que alguém é conduzido a Jesus, alguma coisa, acontece! Sempre acontece.

Timóteo, o caráter pastoral

Vivemos em dias difíceis, Dias estes em que carteirinhas tem sido mais importantes do que postura e caráter. Mas um pastor não é definido por uma carteirinha, e sim pelo seu caráter. Existem mais pastores que não tem o título, do que titulares que não têm o dom. Mas existe uma faceta do caráter pastoral pouco conhecida. Quem tem este caráter, gosta de cuidar de pessoas. A característica principal, é a compaixão: colocar-se no lugar de outrem. O exemplo bíblico de quem tem um caráter pastoral era Timóteo. Companheiro de Paulo nas viagens, Timóteo foi colocado responsável por uma igreja. Mesmo jovem, recebeu orientações de Paulo, sobre como proceder.

Davi, o caráter de adorador

O adorador vive para expressar a sua gratidão a Deus, louvor e ação de graças por tudo o que o criador tem feito e há de fazer. O adorador, tem uma especialidade: transformar o comum num culto de louvor a Deus. Esta é a lição de Davi, que num momento de guerra, escondido na caverna, desejou beber a água da fonte que está em Belém, até então sitiada pelos filisteus. Dois guerreiros ouviram o desejo de Davi, e saíram em busca da água, romperam a barreira dos filisteus e levaram até o rei. Quando entregaram a água, estavam ansiosos para ver o rei beber do seu esforço. Qual não foi a surpresa, quando Davi se recusa a tomar a água. Antes a derrama diante do Senhor como oferta líquida (libação). Davi transformou um copo  d´água em um culto de louvor e adoração a Deus. Esse é o caráter do adorador. Expressar seu louvor,
gratidão e admiração pelo Eterno.

Jesus, o caráter de servo

Como já dizia minha avó Judith Martins: "Quem não vive para servir, não serve para viver." O maior exemplo de serviço é o próprio Jesus. Mesmo tendo toda a ciência e poder, nunca usou para beneficio próprio. Antes sempre atendeu as necessidades prementes de seus seguidores. Quando tinham fome, ele multiplicou pães e peixes. Quando estavam doentes, ele os curou. Quando precisavam de uma palavra, ele os valorizou, Assim é o servo. tem prazer em servir, mais do que ser servido. O exemplo maior para nós.

João Batista, o caráter de profeta

O profeta de Deus, recebe a mensagem e a transmite ao povo. Simples assim. Sem rodeios ou devaneios, João Batista compreendeu sua responsabilidade: Preparar o caminho de Jesus.O caráter de profeta implica em uma profunda responsabilidade sobre a entrega da mensagem e não o cumprimento. Algumas pessoas ficam preocupadas sobre uma questão: E se não acontecer como falei? É porque não era de Deus, porque o que Deus fala se cumpre.

É possível que algumas de suas características, não tenham sido arroladas aqui. Mas isso não quer dizer que Deus não o use. Olhe primeiro para dentro de si, e questione suas motivações, desejos, anseios e sonhos. Alinhe-os diante da palavra de Deus, e permita que o SENHOR fale a você, sobre sua vontade. Esteja aberto para o que Deus deseja.

Abraços e boa semana,

Pr Arlington

terça-feira, 29 de abril de 2014

O problema do pecado

O maior problema em relação ao pecado, é que ele não pode ser resolvido, com as chamadas "ações espirituais", que muitas vezes adotamos. O pecado fica impregnado na pessoa, causando uma grande mancha. Para que você possa entender, vou relacionar algumas destas práticas:

Orar várias vezes ao dia, não resolve o problema do pecado.
Ouvir músicas evangélicas, não resolve o problema do pecado.
Ouvir rádios e debates evangélicos, não resolve o problema do pecado.
Escutar pregações variadas de homens de Deus, não resolve o problema do pecado.
Ler a bíblia de forma contínua e sistemática, não resolve o problema do pecado.
Jejuar várias vezes por semana, não resolve o problema do pecado.
Frequentar cultos, não resolve o problema do pecado.
Ir a vigílias de oração, não resolve o problema do pecado.
Ler livros e comentários bíblicos, não resolve o problema do pecado.
Ir a um show gospel, não resolve o problema do pecado.
Ser aluno assíduo da escola dominical, não resolve o problema do pecado.
Fazer parte dos departamentos da igreja, não resolve o problema do pecado.
Pregar a palavra de Deus, não resolve o problema do pecado.
Evangelizar, não resolve o problema do pecado.
Cantar hinos de louvor ao SENHOR, não resolve o problema do pecado.
Chorar na hora do louvor, não resolve o problema do pecado.
Chorar na hora da mensagem, não resolve o problema do pecado.
Gritar ALELUIA! no culto, não resolve o problema do pecado.
Entregar folhetos, não resolve o problema do pecado.
Fazer parte de uma congregação, não resolve o problema do pecado.
Fazer parte de um grupo pequeno, não resolve o problema do pecado.
Fazer parte do grupo de louvor, não resolve o problema do pecado.
Ser de uma religião, não resolve o problema do pecado.

e outras..., não resolvem o problema do pecado.

O único jeito de resolver o problema do pecado, é mediante o arrependimento. Somente através do arrependimento genuíno,você poderá desfrutar da segurança e da paz que há em Cristo Jesus. E você precisa saber, que o arrependimento constitui-se de alguns passos:

Entristecer-se pelo pecado

Se você pular esta etapa do arrependimento, é provável que você venha a repetir o pecado.

Reconhecer o pecado

É necessário reconhecer o pecado como ele é. Inaceitável e abominável diante de Deus. E também é preciso nomear o pecado da forma correta.

Confessar

Você precisa confessar diante de Deus exatamente qual é o seu pecado.

Crer

Após a confissão, você deve crer que Deus o perdoou do pecado. Por isso, você também pode se perdoar, e deixar de ficar se martirizando pelo que aconteceu

Restituir

Em alguns casos, torna-se necessário, devolver, restituir, retirar uma palavra, retratar-se. Quando isto é cabível, deve ser realizado, mas com o coração alegre,
voluntário e cheio de fé. Senão, se torna um espetáculo hipócrita, sem efeito redentor.

Pare e pense um pouco. Será que você está tentando continuar a sua vida como se nada tivesse acontecido. Entenda, que pecado não prescreve. Por ser algo espiritual, é definido no âmbito espiritual, que por sua vez é eterno. Tome uma decisão e diga não para o pecado.

Um abraço forte,

Pr Arlington

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Eu criei você!



Um dia, como de costume, uma jovem mendiga, uma pequena menina, permanecia na esquina da rua implorando por comida, dinheiro ou qualquer coisa que ela pudesse conseguir. Estava usando roupas muito esfarrapadas; ela estava suja e bem desarrumada.
Como sempre acontecia, um bem sucedido jovem passou por aquela esquina sem dar uma segunda olhada para a menina. Mas quando ele chegou em sua casa e encontrou sua família feliz e confortavelmente instalada, a mesa de jantar bem carregada, seus pensamentos se voltaram à jovem mendiga e ele ficou irritado, muito irritado com Deus por permitir que tal condição pudesse existir.
Ele reprovou declarando:
- “Como pode Você deixar isto acontecer? Por que Você não faz algo para ajudar esta menina?”
Então ele ouviu Deus, nas profundezas de seu ser, responder dizendo:
- “Eu fiz! Eu criei você!”
Deus te criou para que você seja uma bênção!!! Ele te fez para que resgatasse as vidas das esquinas, das tristezas e de toda sorte de miséria deste mundo. Cabe a você fazê-lo…este é sua missão!!! Não espere dos outros, o que Deus te deu em suas mãos!!!
“O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;” Is 61.1

Extraído do e-mail jesusnaoteabandonou@gmail.com

domingo, 20 de abril de 2014

Todos serão salvos no final?

Os que acreditam que Deus, no final, vai perdoar, receber e dar a vida eterna a todos os seres humanos são geralmente chamados de universalista ou restauracionistas. Esta última expressão vem de apokatastasis, termo grego tirado de Atos 3:21. Ali, o apóstolo Pedro fala da “restauração de todas as coisas”. Apesar de Pedro estar se referindo à restauração da criação, os universalistas entendem que a salvação de toda a raça humana está incluída no processo.

O universalismo, portanto, é a crença de que, ao final da história deste mundo, Deus haverá de salvar todos os seres humanos, reconciliando-os consigo mesmo mediante Jesus Cristo. Nesta crença, não há lugar para a doutrina da punição eterna, a saber, a ideia de um inferno onde os pecadores condenados haverão de sofrer eternamente por seus pecados.

Muitos podem pensar que o universalismo é coisa recente de pastores modernos, como o famoso Rob Bell, por exemplo. Todavia, a salvação universal de todos é uma ideia muito antiga. O conceito já era encontrado entre os primeiros mestres gnósticos, e constituiu uma heresia que ameaçou o Cristianismo no primeiro século. Cerca de cem anos depois de Cristo, pais da Igreja como Clemente de Alexandria e seu famoso discípulo Orígenes defendiam explicitamente o universalismo. Orígenes acreditava, inclusive, que o próprio diabo seria salvo no final. Já na Reforma do século 16, Lutero, Calvino e os demais protagonistas das mudanças na Igreja igualmente rejeitaram a ideia da salvação universal de todos ao final.

O principal argumento usado em defesa do universalismo é que a Bíblia descreve Deus como sendo essencialmente amor: A consequência lógica é que o amor de Deus haverá de vencer ao final, salvando todos os homens da condenação merecida por seus pecados.

Mas, será que a Bíblia diz que o Senhor é somente amor? Encontramos no Novo Testamento quatro afirmações sobre o que Deus é, e três delas são feitas por João: Deus é “espírito” (João 4.24); “luz” (1João 1.5); e “amor” (1João 4.8,16). A quarta é contundente: “Deus é fogo consumidor” (Hebreus 12.29, reiterando o texto de Deuteronômio 4.24). É claro que essas afirmações não são definições completas de Deus – não têm como defini-lo no sentido estrito do termo –, mas revelam o que ele é em sua natureza. “Deus é amor” significa que ele não somente é a fonte de todo amor, mas é amor em sua própria essência. É importante, entretanto, reconhecer que, se Deus é amor, ele também é espírito, luz e fogo consumidor.

É preciso manter em harmonia esses aspectos do ser de Deus, pois só assim é possível compreendê-lo como um Senhor que é amor e castiga os ímpios com ira eterna. “Fogo” e “luz” são metáforas, é verdade; porém, metáforas apontam para realidades. No caso, elas querem simplesmente dizer: “Deus é santo e verdadeiro; ele se ira contra o pecado e não vai tolerar a mentira. E punirá os pecadores impenitentes.”

O maior problema que os universalistas enfrentam é lidar com as passagens da Bíblia onde, claramente, se estabelece uma divisão na humanidade entre salvos e perdidos e aquelas outras onde, abertamente, se anuncia o inferno como o destino final dos pecadores não arrependidos. A divisão da humanidade em salvos e perdidos é central nas Escrituras do Antigo Testamento (Deuteronômio 30.15-20; Jeremias 21.8; Salmo 1; Daniel 12.2 e muitas outras). Foi o próprio Jesus quem anunciou esta divisão de maneira clara no seu sermão escatológico, ao profetizar o juízo final onde a humanidade será repartida entre ovelhas e cabritos – sendo os segundos destinados ao fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos, ao contrário daqueles destinados à felicidade eterna (Mateus 25.31-46).

Foi o próprio Jesus quem anunciou a realidade do inferno, mais do que qualquer outro personagem do Novo Testamento: “Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno”(Mateus 5.29); “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo (10.28). Mais adiante, no capítulo 23 do evangelho de Mateus, a advertência de Cristo é clara: “Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?”

No evangelho de Marcos, uma série de admoestações alerta sobre a realidade do inferno. Ao longo de três versículos do capítulo 9, o Mestre diz que é melhor ao fiel perder uma mão, um pé ou um dos olhos a ser “lançado no inferno”, caso aqueles membros o levem ao pecado. Já Lucas registra um diálogo travado entre Abraão, o patriarca, e um homem rico e impiedoso que foi lançado no fogo eterno, descrito como um lugar de “choro e ranger de dentes”. E, finalmente, uma passagem do evangelho de João explica bem a diferença entre morrer crendo ou rejeitando a salvação: “Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam”(João 15.6).

O universalismo é um erro teológico grave. Na verdade, mais que isso, é uma perigosa heresia. Além de não pertencer ao mundo teológico dos autores do Antigo Testamento e do Novo Testamento, a ideia da salvação universal traz diversos riscos.

Em primeiro lugar, por enfraquecer e, finalmente, extinguir todo espírito missionário e evangelístico. Se todos serão salvos ao final – inclusive os ímpios renitentes, pecadores não convertidos, incrédulos e agnósticos –, por que pregar-lhes o Evangelho? Os universalistas transformam a chamada ao arrependimento da Igreja num simples anúncio auspicioso de que todos já estão salvos em Cristo, e traveste sua missão em apenas ação social.

Segundo, porque essa doutrina falsa, levada às últimas conseqüências, acarreta necessariamente no ecumenismo com todas as demais religiões mundiais. Se todos serão salvos, as religiões que professam não podem mais ser consideradas certas ou erradas, e se tornam uma questão indiferente. Logo, o correto seria buscar uma união de todos, pois ao final teremos todos o mesmo destino.

Por último, o universalismo é um forte incentivo a uma vida imoral. Por mais que sejamos refratários à ideia das pessoas fazerem o que é certo por terem medo do castigo de Deus, ainda assim, temer “aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma quanto o corpo” (na descrição de Mateus 10.28) ainda é um dos mais poderosos incentivos de Jesus para que vivamos vida santa e reta. A tendência natural do pecador que está seguro de que não sofrerá as consequências de seus pecados é mergulhar ainda mais neles. Assim, o universalismo retira os freios da consciência e abre as portas para uma vida sem preocupações com Deus.

O fato de que eu defendo a verdade bíblica do sofrimento eterno dos ímpios não significa que eu tenha prazer nisto. Só deveríamos falar deste assunto com lágrimas nos olhos e uma oração pelos perdidos em nossos lábios.

Augustus Nicodemus (Extraído do perfil do facebook)

sábado, 19 de abril de 2014

Você está desanimado?

(vale para lideres espirituais, pastores,  e também para profissionais e empresários).

Ser pastor de uma igreja não é a coisa mais fácil do mundo, mas também não é a mais difícil. Seja uma igreja com dezenas de membros, centenas ou milhares de membros. A liderança espiritual ( ou qualquer liderança) é difícil ás vezes. Raramente um ano começa sem que muitos desafios metam muito medo no líder ou nos líderes.

Os lideres sentem o peso do orçamento e da despesa. Nisso ai há uma certeza constante. Todo líder tem o desafio de levantar recursos financeiros para financiar o planejamento e a obra proposta. É tenso.

O líder lida com a tensão e angustia de formar, consolidar, motivar e manter unida sua equipe e suas equipes: equipe remunerada, o conselho, os diáconos e ou as outras equipes que servem na igreja em diferentes áreas de voluntariado.

As críticas e os desagregadores também podem desanimar um líder, bem como a falta de gratidão e muitas vezes a decepção em pessoas que ele investiu muito tempo.

O líder pode pode desanimar porque não reparte seus problemas com ninguém. Se continuar assim ele pode acabar implodindo. Ele vai guardando desaforos e desagravos. É necessário ser honesto e aprender a tratar os problemas. Aprender a dizer que estava bravo, ou que certas coisas não esta direto ou certo. Chega de mentir para si mesmo e ficar com cara boa pata todo mundo enquanto a ulcera e a gastrite aumentam. É preciso falar francamente e ou confrontar as pessoas ( II Timoteo 2.23-26). Isso não é uma tarefa para a esposa do pastor, mas do pastor. Se a esposa do pastor resolve fazer isso - assumir o lugar do seu marido - regra geral, os problemas aumentam.

Nenhuma organização tem a capacidade de conceder paz, realização, propósito, alegria plena ou qualquer coisa parecida. Nem mesmo a igreja. Um líder pode ficar desanimado se estiver esperando da organização aquilo que apenas Nosso Senhor pode lhe conceder.

Liderança não é simples e nem fácil. Qualquer palestra , livro, CD ou DVD que ensina os 7 passos para uma liderança sem problema precisa ser visto, lido com discernimento, cuidado e atenção. Eles podem trazer ótimas dicas, mas quando se estuda a bíblia percebe-se que a liderança espiritual raramente foi fácil, até mesmo para os grandes como o apóstolo Paulo. Leia II Coríntios e você descobrirá.

Muitas vezes o desanimo de um líder não é a causa real, é só um sintoma de algo mais profundo que precisa ser encarado , tratado, trabalhado e curado.

O pastor que deseja criar uma ambiente saudável e de crescimento em sua igreja não pode viver com raiva e desanimado o tempo todo.
"entristecidos, mas sempre alegres". II Coríntios 6.10a
Seu colega que como você precisa sempre de bom ânimo.

Abraço, gente boa.
Pastor Jeremias pereira.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Desembrulhando os Presentes da Cruz

Muito tem sido dito sobre “O presente da cruz” de Jesus. Mas e os outros presentes? E os pregos, e a coroa de espinhos? As roupas tiradas pelos soldados? Você parou para abrir estes presentes?

Sabe, Ele não tinha que nos dar estes presentes. O único ato requerido para nossa salvação era o derramamento de sangue, mas Ele ainda fez mais. Muito mais!

Examine a cena da Cruz – e o que você encontra? Uma esponja ensopada de vinagre. Uma placa. Duas cruzes ao lado de Cristo. Presentes divinos com o objetivo de provocar aquele momento, aquele milésimo de segundo quando seu rosto vai se iluminar, seus olhos aumentar, e Deus vai ouvir você sussurrar, “Você fez isso por mim?” Podemos ousar ter tais pensamentos?

Desembrulhemos esses presentes de graça – como se fosse a primeira vez. Pause e ouça. Talvez você O ouvirá cochichar, “Eu fiz isso só pra você!”

de “Ele Escolheu os Cravos”
(Tradução de Germana Gusmão Downing)
Em Inglês: “Unwrapping the Gifts of the Cross”