Na manhã do dia 4 de março de 2012 tivemos em nossa igreja a santa ceia. Na ocasião, o presbítero Roberto Sampaio da Assembléia de Deus em Joinville estava entregando uma poderosa mensagem da palavra de Deus. Em determinado momento, Robertinho (como era conhecido na Madamam quando jovem) faz uma imitação do saudoso pastor Alberto Goulart e emocionou a todos. Deixo com vocês este vídeo-áudio, e que você possa relembrar também comigo, deste grande homem de Deus chamado pastor Alberto Goulart.
Deixei outros vídeos do pastor alberto para que você possa matar a saudade
Reflexões pastorais baseadas na bíblia e no cotidiano para sua edificação. Aprecie sem moderação.
quinta-feira, 8 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
A união feminina da igreja realizar jantar de comemoração ao dia da mulher
A união feminina da Assembléia de Deus do Porto da Madama, na pessoa de sua presidente, irmã Selma Lopes Correa, agradece a presença de todas as irmãs que compareceram hoje na igreja, para comemorar antecipadamente o dia internacional da mulher. Foi realizado na nave do templo da igreja uma reunião devocional com direito a louvor e palavra. Ao final, as irmãs puderam degustar pratos finos e elegantes, bem como colocar a conversa em dia, num ambiente de descontração e alegria.
Parabéns a toda equipe organizadora deste maravilhoso evento. Que Deus continue derramando das mais altas e ricas bençãos do céu, sobre cada uma de vocês.Abs
Pr Arlington Silva
Sete súplicas da oração de Jesus
Texto Base: Mateus 6-9-13
Certa vez os discípulos pediram para a Jesus que os ensinasse a orar. Na ocasião, Jesus nos deixou um modelo de oração simples, baseado em sete súplicas. Cada uma das súplicas revelam necessidades das quais somos compelidos a nos importar e agir. Três destas súplicas dizem respeito a Deus: seu Nome, seu Reino e sua Vontade. As outras quatro súplicas dizem respeito ao homem: Alimento –Provisão material, Perdão – relacionamentos, Proteção e libertação.
1ª. Súplica – Santificado seja o teu nome
Este pedido está relacionado ao compromisso que devemos cultivar em relação ao nome do Senhor. Em primeiro lugar, que todos reconheçam que o teu nome é santo. A santidade do nome de Deus está relacionada ao Seu caráter. Vale lembrar que o mais importante da vida cristã é o compromisso de refletirmos a glória de Deus através de nosso caráter.
2ª. Súplica – Venha o teu Reino
Devemos nos comprometer com o Reino de Deus que começa a ser implantado aqui e continua na eternidade. È uma contraposição ao Império das trevas, que está em franca oposição a pessoa de Deus. O Reino de Deus é baseado no amor, promove liberdade e promete uma herança. O império das trevas está baseado no ódio, ligado a escravidão e oferece a maldição do pecado que é a separação de Deus e a morte. Precisamos nos conscientizar que estamos no mundo mas não somos do mundo.
3ª. Súplica – Seja feita a tua vontade, como é feita nos céus.
Quando leio este pedido, fico me questionando: Como a vontade de Deus é feita no céu? Acredito, que quando Deus dá uma ordem a alguém, este não fica perguntando “por que”. Nem diz, vou fazer quando tiver tempo. O mais importante a dizer que Deus nos motiva a fazer a sua vontade, porque ela é boa, perfeita e agradável. Não ´pe baseada no medo e sim no amor e o cuidade que Deus tem para com a nossa vida. Será que estamos fazendo a vontade Deus da forma como Ele gostaria?
4ª. Súplica – O pão nosso de cada dia nos dá hoje
Deus reconhece a necessidade que temos pelas coisas materias, mas Jesus ensina a buscar o essencial para a manutenção da vida. Precisamos lembrar que um dos obstáculos para frutificar são os cuidados desta vida, a sedução das riquezas. Quantas pessoas estão ocupadas no seu dia a dia, procurando adquirir mais. Às vezes para comprar um celular de última geração, ou um carro. Talvez uma casa. E assim o tempo passa, e perdemos as oportunidades que Deus nos concede, de testemunharmos a cerca da grande graça com que fomos alcançados.
5ª. Súplica – Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido
Nosso relacionamento com Deus está diretamente ligado ao nosso relacionamento com as pessoas. Se não amamos as pessoas que vemos, como poderemos amar a Deus que não vemos. Amar ao próximo é o segundo maior mandamento. Aonde tem amor tem perdão. O perdão é essencial para manutenção dos relacionamentos, nas diversas esferas (casamento, familia amizade). E o perdão não é algo que oferecemos a alguém e sim algo que consumimos para que tenhamos saúde.
6ª. Súplica Não nos deixe cair em tentação
Nós precisamos da ajuda de Deus para não cair em tentação. Isto acontece, porque sofremos da inclinação natural para o mal. A carne, nossa grande inimiga, pelaja em nós para que não façamos o que precisamos fazer. Necessitamos alicerçar a nossa vida na dependência de Deus e não na nossa própria capacidade.
7ª. Súplica – Mas livra-nos do mal
A última súplica tem a ver com libertação. Por vezes, somos atingidos pela setas inflamadas do maligno. O objetivo do diabo e nos colocar fora da presença do Senhor, e arrebatar-nos em direção ao pecado. Todos precisamos de libertação em áreas específicas de nossa vida. Cada um conhece os lados escuros de seu coração.
O próprio Senhor Jesus nos orientou que a oração não é uma série de frases sem sentido. Não podemos nos deixar levar pela mecanização da oração. Nossas palavras com Deus, precisam fazer sentido primeiro para a nós.
Boa semana,
Pr Arlington Silva
d 6.13 1Cr 29.11
Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; Faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal [pois teu é o reinod, o poder e a glória para sempre. Amém]!
Certa vez os discípulos pediram para a Jesus que os ensinasse a orar. Na ocasião, Jesus nos deixou um modelo de oração simples, baseado em sete súplicas. Cada uma das súplicas revelam necessidades das quais somos compelidos a nos importar e agir. Três destas súplicas dizem respeito a Deus: seu Nome, seu Reino e sua Vontade. As outras quatro súplicas dizem respeito ao homem: Alimento –Provisão material, Perdão – relacionamentos, Proteção e libertação.
1ª. Súplica – Santificado seja o teu nome
Este pedido está relacionado ao compromisso que devemos cultivar em relação ao nome do Senhor. Em primeiro lugar, que todos reconheçam que o teu nome é santo. A santidade do nome de Deus está relacionada ao Seu caráter. Vale lembrar que o mais importante da vida cristã é o compromisso de refletirmos a glória de Deus através de nosso caráter.
2ª. Súplica – Venha o teu Reino
Devemos nos comprometer com o Reino de Deus que começa a ser implantado aqui e continua na eternidade. È uma contraposição ao Império das trevas, que está em franca oposição a pessoa de Deus. O Reino de Deus é baseado no amor, promove liberdade e promete uma herança. O império das trevas está baseado no ódio, ligado a escravidão e oferece a maldição do pecado que é a separação de Deus e a morte. Precisamos nos conscientizar que estamos no mundo mas não somos do mundo.
3ª. Súplica – Seja feita a tua vontade, como é feita nos céus.
Quando leio este pedido, fico me questionando: Como a vontade de Deus é feita no céu? Acredito, que quando Deus dá uma ordem a alguém, este não fica perguntando “por que”. Nem diz, vou fazer quando tiver tempo. O mais importante a dizer que Deus nos motiva a fazer a sua vontade, porque ela é boa, perfeita e agradável. Não ´pe baseada no medo e sim no amor e o cuidade que Deus tem para com a nossa vida. Será que estamos fazendo a vontade Deus da forma como Ele gostaria?
4ª. Súplica – O pão nosso de cada dia nos dá hoje
Deus reconhece a necessidade que temos pelas coisas materias, mas Jesus ensina a buscar o essencial para a manutenção da vida. Precisamos lembrar que um dos obstáculos para frutificar são os cuidados desta vida, a sedução das riquezas. Quantas pessoas estão ocupadas no seu dia a dia, procurando adquirir mais. Às vezes para comprar um celular de última geração, ou um carro. Talvez uma casa. E assim o tempo passa, e perdemos as oportunidades que Deus nos concede, de testemunharmos a cerca da grande graça com que fomos alcançados.
5ª. Súplica – Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido
Nosso relacionamento com Deus está diretamente ligado ao nosso relacionamento com as pessoas. Se não amamos as pessoas que vemos, como poderemos amar a Deus que não vemos. Amar ao próximo é o segundo maior mandamento. Aonde tem amor tem perdão. O perdão é essencial para manutenção dos relacionamentos, nas diversas esferas (casamento, familia amizade). E o perdão não é algo que oferecemos a alguém e sim algo que consumimos para que tenhamos saúde.
6ª. Súplica Não nos deixe cair em tentação
Nós precisamos da ajuda de Deus para não cair em tentação. Isto acontece, porque sofremos da inclinação natural para o mal. A carne, nossa grande inimiga, pelaja em nós para que não façamos o que precisamos fazer. Necessitamos alicerçar a nossa vida na dependência de Deus e não na nossa própria capacidade.
7ª. Súplica – Mas livra-nos do mal
A última súplica tem a ver com libertação. Por vezes, somos atingidos pela setas inflamadas do maligno. O objetivo do diabo e nos colocar fora da presença do Senhor, e arrebatar-nos em direção ao pecado. Todos precisamos de libertação em áreas específicas de nossa vida. Cada um conhece os lados escuros de seu coração.
O próprio Senhor Jesus nos orientou que a oração não é uma série de frases sem sentido. Não podemos nos deixar levar pela mecanização da oração. Nossas palavras com Deus, precisam fazer sentido primeiro para a nós.
Boa semana,
Pr Arlington Silva
d 6.13 1Cr 29.11
segunda-feira, 5 de março de 2012
Reflexões sobre o ministério da intercessão
Texto Base Êxodo 17:8-13
8 Então, veio Amaleque e pelejou contra Israel em Refidim.
9 Pelo que disse Moisés a Josué: Escolhe-nos homens, e sai, e peleja contra Amaleque; amanhã, eu estarei no cume do outeiro, e a vara de Deus estará na minha mão.
10 E fez Josué como Moisés lhe dissera, pelejando contra Amaleque; mas Moisés, Arão e Hur subiram ao cume do outeiro.
11 E acontecia que, quando Moisés levantava a sua mão, Israel prevalecia; mas, quando ele abaixava a sua mão, Amaleque prevalecia.
12 Porém as mãos de Moisés eram pesadas; por isso, tomaram uma pedra e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado, e o outro, do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs.
13 E, assim, Josué desfez a Amaleque e a seu povo a fio de espada.
Neste panorama plural, precisamos reavaliar algumas questões inegociáveis. Uma delas é o ministério da intercessão.
A intercessão é um dos grandes exercícios da vida cristã. É a forma de Deus de tirarmos o foco da nossa própria vida e colocar na vida de nossos irmãos. Cabe lembrar que um dos grandes mandamentos é amar ao próximo com a ti mesmo. Precisamos entender a diferença entre cuidar do irmão e cuidar da vida do irmão.
A Intercessão é importante porque tem a ver com altruísmo. Colocar as necessidades das pessoas antes das nossas. Resgatar esta forma de amar é um dos desafios da igreja na fase atual.
Intercessão é importante, porque não tem a ver com você. É a ferramenta para eliminar o individualismo de nosso meio e implantar o amor que tudo pode. Quando Moisés estendeu a mão para o povo que estava lutando, não estava intercendo diretamente pela própria vida, mas si da vida de seus companheiros. Quando intercedemos uns pelos outros, passamos a vivenciar as pequenas vitórias e derrotas da vida, e assim nos tornando mais sensíveis uns para com os outros.
Intercessão sempre tem a ver com a vitória de outras pessoas. É a melhor maneira de combater a inveja que pode surgir em nosso coração. A bíblia nos ensina a chorar com os que choram e se alegrar com os que se alegram. Infelizmente, temos visto o contrário.
Para combatermos ao individualismo, e a supervalorização humana, temos que voltar para o amor. A forma como amamos e expressamos o amor. Porque deveríamos ser conhecidos desta forma: como discípulos do amor.
A Deus toda a glória
Pr Arlington Silva
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Questões que precisamos avaliar na igreja.
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| Estrutra já temos! Só faltam as pessoas. |
A forma como definimos os programas da igreja e, quando digo isto quero incluir outras abordagens como departamentos, ministérios, grupos, células e outros, tem seguido três princípios básicos: atividades, continuidade e estrutura.
Em primeiro lugar, buscamos sempre “rechear” a nossa agenda anual com diversas atividades. O critério usado tem sido o de preencher os dias do ano, com as mais diversas programações a fim de que todos possam se ocupar com algo e, se possível, satisfazer anseios e expectativas. Mas o que temos observado, é uma sucessão de atividades que não tem propósito, não buscam nada e por assim dizer, também não produzem nada. É o que chamo de ativismo que significa fazer por fazer. Não existem alvos, nem metas tampouco propósitos. Simplesmente procuramos sistematicamente fazer (ou se ocupar com) algo, como pequenos ratos correndo em nossas gaiolas e não chegando a lugar algum. Assim terminamos as atividades cansados e frustrados.
Outro princípio usado tem sido o da continuidade. “Estamos realizando este congresso, porque sempre o fizemos, e vamos continuar fazendo”. Não existe nenhum tipo de crítica ou questionamento, para avaliar se estamos fazendo a coisa certa. Apenas continuamos fazendo o que sempre foi feito. E nunca paramos para pensar os motivos que levaram os nossos predecessores a organizar tais eventos. È possível que o saudosismo tenha alguma parcela de culpa nesse processo. É quando não conseguimos responder a uma simples pergunta: Por quê? Qual o propósito desta atividade?
Por último, temos desenvolvido eventos/trabalhos/atividades na igreja visando única e exclusivamente a estrutura. Às vezes, temos toda a estrutura montada, mas falta um pequeno detalhe: as pessoas. Vivemos dias em que sobram caciques e faltam índios. É quando damos mais importância ao “como” e deixamos “o que” e “quem” de lado.
Levantamento de necessidades reais e genuínas
Acredito que uma forma saudável de questionarmos nossa forma de agir como igreja, tem a ver com uma questão chamada: necessidade. A primeira coisa que precisamos aprender é a diferenciar necessidades reais e genuínas de frivolidades e caprichos. Como poderíamos classificar de uma necessidade é real? Basta questionarmos se esta necessidade é fruto de nossos “achismos”, ou se existe verdadeiramente. Para tanto, devemos fazer as perguntas certas. Pode ser que alguém diga: - Precisamos fazer culto ao ar livre! A igreja não faz mais culto ao ar livre! Cultos ao ar livre são benção, mas a pergunta certa é: Quem desejamos alcançar? E qual a melhor forma de alcançar este público?
Em seguida precisamos avaliar se esta necessidade é genuína. Porque somente necessidades legítimas podem ser supridas de forma legítima. Muitas pessoas tem o desejo de se tornarem ricas, mas o simples fato de o desejarem não significa que devem se tornar ricas. Algumas pessoas defendem que a igreja precisa oferecer serviços a comunidade. E neste afã, muitos tem se distanciado do propósito da igreja de anunciar a Jesus as pessoas. Não sou contra a igreja oferecer serviços a comunidade. Mas acredito que tais serviços precisam de foco e propósito. Não podemos fazer por fazer.
Mudança de foco
Para combater esta tendencia em nossas igrejas precisamos mudar algumas abordagens. Introduzir o evangelismo por necessidades e o ministério orientado por dons. È necessário tirar o foco das pessoas e devolver o foco da igreja ao Espírito Santo, que “distribui os dons a cada um como quer”.
A Deus toda a glória!
Pr Arlington Silva,
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| Ativismo: fazer por fazer |
sábado, 25 de fevereiro de 2012
A incapacidade de reconhecer os próprios erros - Baseado em Gn 34
O capítulo 34 de Gênesis nos dá uma mostra das complicadas relações familiares de Jacó e seus filhos. O episódio fala de dois escândalos terríveis que marcaram a todos. Diná, a única filha de Jacó, foi violentada pelo príncipe da cidade. Como essa situação chegou a esse ponto, não vamos nos ater neste momento.Mas no final, o rapaz acabou se apaixonandoi por Diná. De início, temos um escândalo envolvendo as familias, e uma aparente solução para o problema. O pai do rapaz se apresenta, e procura uma alternativa pacifica. O rapaz se casaria com a moça desonrada.
Jacó reúne sua familia (leia os homens), e começam a conversar sobre o assunto. Seus filhos ficam horrorizados com o acontecido. Mas, Simeão e Levi, propõe que os homens sejam circundados, para que possam se relacionar com a familia. Acredito (o texto não fala) que Jacó ficou alegre com esta proposição. Pensou em seu coração: É, esses homens estão aprendendo que as coisas de Deus são sérias. Os homens aceitam, e nos diz o texto sagrado, que ao terceiro dia, quando as dores são as mais fortes, Simeão e Levi entram na cidade e matam todos ao fio da espada. Até mesmo o marido de Diná não é poupado. Quando foram reprendidos pelo pai, eles se justificaram.
É neste ponto que eu vou ficar. Todos os dias, pessoas erram, sabendo disto, e ainda assim não são capazes de reconhecer seus próprios erros. São desprovidos de auto crítica e bom senso. Os filhos de Jacó deram asas as fantasias mais cruéis motivados pelo ódio e rancor. E nem tiveram a hombridade de se desculpar com o pai, ao menos pelo efeito colateral deste ato desmedido de pura raiva.
Na vida cristã, precisamos aprender a exercitar a capacidade de avaliar e reconhecer os próprios erros. Somos orientados pela bíblia a agir desta forma. Sempre que participamos da santa ceia do Senhor, somos compelidos a realizar o auto exame. "examine-se pois o homem, e assim coma deste pão e beba deste cálice." O que nos atrapalha em nossa vida espiritual, não são as coisas novas, os novos problemas, mas sim coisas antigas que não foram resolvidas.
Acredito que acima de tudo, existem três questões que mais atrapalham na hora de realizar esta auto avaliação. São elas: justificativas vazias (sem peso), autopiedade e orgulho. As justificativas vazias acabam por não justificar nada. Porque na realidade, as atitudes que tomamos é o que nos acarreta problemas e não os sentimentos que as provocaram. Às vezes as pessoas dizem: - Ah, eu tive raiva e por isso falei dessa forma!. Sentir raiva não é o problema e sim o que fazemos com esta raiva.
Algumas pessoas tem o péssimo comportamento da autopiedade. Ficam com pena de si mesmo. E com isso, acham que podem fazer e falar o que quiser, afinal de contas, são coitados(a). Ainda estes dias passamos por uma situação assim. Levei meus filhos ao pronto socorro pois todos estavam com febre. Mas a minha filha mais velha estava um pouco pior. Quando a enfermeira nos atendeu, colocou minha filha na frente do atendimento ( porque ela estava visivelmente mal). Quando saímos do atendimento, minha esposa ouvir alguém dizer (ela nem olhou pra trás pra saber quem era), - agora só rico tem preferência, quem tinha a preferência era eu que sou pobre!. È um caso clássico de autopiedade. Fica com pena de si mesmo, porque se considera pobre.
Por último, o orgulho é um dos maiores obstáculos para se reconhecer os próprios erros. A bíblia condena veemente a pessoa que se entrega a soberba. A própria manifestação do orgulho cega o homem. E quem vive o desafio de matar o orgulho, sabe como é difícil destruir este monstro interno com cara de bêbê.
Que possamos exercitar a capacidade de reconhecer quando erramos e assim aprendermos a pedir perdão e perdoar, amar e sermos amados, e viver em paz uns com os outros.
Boa Semana!
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
As marcas do tempo do fim - Imoralidade generalizada
“Porém daquele Dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente o Pai. E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do Homem. Porquanto, asssim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.” Mt 24:36-39
Definitivamente, estamos vivendo os tempos do fim. Disto não nos resta dúvida. E uma das bases desta certeza, diz respeito a uma das marcas da volta de Jesus: a multiplicação da iniquidade. O que estamos vivendo, é a difusão maciça de imoralidade, que flui em toda a nossa sociedade. Uma disseminação de princípios tortos, que maculam as bases morais e éticas, das quais tivemos um dia.
Um desses princípios deturpados está o incentivo a comportamentos homossexuais. Já a algum tempo, as emissoras de tv tem divulgado sistematicamente questões relativas a homossexualdade, de forma que seja aceito (forçando a barra) pela sociedade. A bíblia sagrada é muito direta quando diz em 1 Corintios 6:9-10: “Vocês sabem que os maus não terão parte no Reino de Deus. Não se enganem, pois os imorais, os que adoram ídolos, os adúlteros, os homossexuais, os ladrões, e os avarentos, os bêbados, os caluniadores e os assaltantes não terão parte no Reino de Deus.”
Estamos chegando ao final do período de carnaval e o resultado é desgraça sobre desgraça. Violência, maldade e uma exaltação da sexualidade.
O sexo fora do casamento, tem sido a marca das últimas décadas. E infelizmente, muitas pessoas tem se enganado com as promessas vazias de alegria e satisfação, mas que não são verdadeiras. No final, são fonte de decepção e frustração. Não podem preencher o vazio da vida. No tempo de Noé, as pessoas de davam em casamento. Hoje estamos vendo a mesma coisa. O mau gosto sendo aplaudido e os bons costumes sendo deixados de lado.
A minha oração, é que você consiga vencer as tentações sexuais, e viver uma vida digna de adoração ao Senhor Jesus. Não se deixe levar pelo curso deste mundo. Purifique as suas vestes e viva segundo a palavra do SENHOR.
Que Deus te abençoe!
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